sexta-feira, 28 de junho de 2013

PR. SAMUEL CÂMERA RETORNA

Justiça suspende desligamento do pastor Samuel Câmara 
da CGADB

O juiz da 5ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho de Manaus (AM), determinou a imediata reintegração do pastor Samuel Câmara (foto) aos quadros da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB)

A Justiça do Amazonas emitiu decisão favorável ao pastor Samuel Câmara e suspendeu a decisão de expulsão do mesmo da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

No último mês de maio, após a reeleição da diretoria comandada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, a CGADB optou por expulsar o pastor Câmara, que havia disputado a eleição para a presidência da entidade durante a 41ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), no mês de abril.

O processo disciplinar que resultou no desligamento de Câmara havia sido aberto pelo Conselho de Ética e Disciplina da CGADB sob acusação de que o pastor teria tumultuado a reunião da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada pela entidade ano passado, no Estado das Alagoas. Segundo o estatuto da CGADB, isso configuraria quebra de decoro, que é passível de expulsão.

À época, Samuel Câmara se pronunciou sobre a decisão e classificou a postura da CGADB como “rito sumário como nas piores ditaduras”.

O juiz José Renier da Silva Guimarães afirmou em sua decisão que “deferiu o pedido de antecipação da tutela, determinando ao requerido a imediata suspensão dos efeitos decorrentes da decisão que desligou o autor dos quadros de pastores da Convenção Geral das Assembléias de Deus – CGADB, nos autos do Processo Ético Disciplinar nº 036/12 e todos os seus apensos, com sua imediata reintegração aos quadros da entidade”.

O magistrado também definiu multa diária no valor de R$ 20 mil caso a decisão não seja cumprida após a notificação.

O juiz José Renier expediu nesta quinta-feira (27), carta precatória ao juiz da comarca do Rio de Janeiro para que a CGADB seja citada da decisão.

Processo nº 0615568-65.2013.8.04.0001 (www.tjam.jus.br)

Fonte: Gospel+ e Tribunal de Justiça de Amazonas

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